Estudantes vivenciam o Cerrado em atividade do Adufg

A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Adufg-Sindicato recebeu, nesta sexta-feira (11/09), a oficina “Conhecendo o Cerrado”. Em parceria com a Prefeitura de Hidrolândia, a atividade reuniu alunos e professores da rede municipal de ensino para uma aula de campo sobre a diversidade do Cerrado, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o bioma e estimular ações voltadas à sua preservação.
Realizada no Dia Nacional do Cerrado, a oficina integra a programação do Adufg-Sindicato na VI Semana Nacional do Cerrado. A iniciativa reúne instituições de ensino e pesquisa, órgãos públicos e organizações da sociedade civil em atividades voltadas à produção, à divulgação e à socialização de conhecimentos sobre o bioma.
A atividade foi coordenada pela diretora secretária do Adufg-Sindicato, professora Marilda Shuvartz, em parceria com estudantes do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (UFG), que participaram como monitores voluntários. Durante a oficina, eles apresentaram aos alunos aspectos da fauna e da flora do Cerrado e mostraram como as características do bioma podem ser percebidas no cotidiano, tanto na cidade quanto em casa.
Marilda destaca que a participação do Adufg-Sindicato na Semana Nacional do Cerrado reforça o compromisso da entidade com a RPPN e com a produção e a difusão de conhecimentos voltados à preservação do bioma. “Hoje, dia 11 de setembro, comemora-se o Dia Nacional do Cerrado, e estamos aqui na sede da RPPN do Adufg para um conjunto de atividades que rememora a proposta de produção de conhecimento, difusão e popularização da ciência”, afirmou.
Representando a Prefeitura de Hidrolândia, o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Eduardo Batista, ressaltou a importância de proporcionar aos estudantes uma experiência fora da sala de aula e incentivá-los a levar os conhecimentos adquiridos para o cotidiano, as famílias e a comunidade. Ele também agradeceu a parceria com o Adufg-Sindicato.
“Poder trazer os alunos para participar dessa aula, da vivência do Dia do Cerrado, é dar um passinho pra gente valorizar mais o nosso bioma. É um espaço de contribuição de vocês com a gente, e da gente com vocês. Então, mais uma vez, muito obrigado por toda a organização para que a gente estivesse hoje aqui”, declarou.
Para o monitor Matheus Reis, a atividade contribui para despertar a curiosidade dos estudantes e tornar o conhecimento mais acessível por meio da experiência prática. Segundo ele, a vivência também fortalece o processo de educação ambiental e a conscientização sobre a preservação do meio ambiente.
“Hoje aqui a gente falou um pouco sobre a importância de cupins e formigas para o Cerrado, que são dois grupos que funcionam como engenheiros do ecossistema. É bastante interessante a gente poder ver a ação da fauna no ecossistema e essa interação com o ambiente e como os animais ajudam a modificar a paisagem, favorecendo outras espécies tanto da fauna quanto da flora”, pontuou Matheus.
Conhecimento registrado em mural
A atividade de campo foi encerrada com a produção do mural “Vivendo no Cerrado”, elaborado a partir de desenhos feitos pelos próprios alunos com base nos conhecimentos adquiridos durante a oficina. O mural ficará exposto no Espaço de Educação Ambiental da RPPN do Adufg-Sindicato como registro da atividade e dos aprendizados compartilhados durante a celebração do Dia do Cerrado.